Zone612
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Campanha deixou a desejar, a história até que é bem escrita mas a execução dá impressão que foi feita na pressa. Multiplayer praticamente perfeito, em questão de jogabilidade não errou em quase nada, porém os mapas realmente deixaram a desejar, apenas 4 deles são mapas de battlefield, sendo que nos mapas grandes (tirando Firestorm) acabam falhando em passar a experiencia battlefield devido ao excesso de barreiras naturais e artificiais. Gosta de long range? Esqueça, aqui as miras não passam de 10x e precisam de horas para serem desbloqueadas, além de que os próprios mapas não permitem long range, com apenas a já consagrada operation firestom tendo certa possibilidade de long range. Outro problema são os bots, parece que setaram um número padrão de 8 bots para cada time em praticamente toda partida, além da possibilidade de puxar uma partida e ser populada em mais de 80% da capacidade por bots, te forçando a quitar e puxar outra, com certeza essa última questão é um bug de matchmaking, mas creio que essa 8 bots pra cada time foi um experimento estupido da EA pra fazer o jogo mais noob friendly, aparentemente já removeram isso, não consigo afirmar. Tirando as ressalvas, finalmente fizeram um Battlefield que presta, com a franquia em decadência desde o BFV parecia que só teríamos os antigos para jogar, enfim um jogo bom sem ser guiado apenas pela pressão dos executivos (apesar do fato da campanha ser meio cagada ter o dedo deles kkkkkkkk). O que resta para ficar perfeito são pequenos detalhes que podem ser corrigidos ao passar das temporadas. Obs: Esqueci de elogiar a otimização do jogo, me surpreendeu muito, rodou em meu setup no low na faixa de 40-50 fps: Gtx 1060 6gb r5 5500 24gb ram
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GaúchoBR
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CS2 é, sem dúvida, uma evolução do CS:GO, mas para quem joga há anos e busca melhorar constantemente, ele é um misto de empolgação e frustração. A mudança para a engine Source 2 trouxe gráficos mais limpos, sons realistas e uma sensação de tiro mais impactante, mas também alterou a física e o “feeling” do jogo. A movimentação está mais solta e fluida, porém com uma inércia diferente, o que exige reaprender timing, strafes e controle de spray. O recoil parece mais imprevisível, e aquele domínio automático que tínhamos no GO agora precisa ser reconstruído. As smokes dinâmicas são um dos maiores acertos: reagem a tiros, granadas e ao ambiente, criando novas estratégias e exigindo leitura de jogo mais refinada. Porém, o sistema de subtick ainda gera inconsistências no registro de tiros, algo que desanima quando se perde um duelo que parecia ganho. A iluminação e o design dos mapas estão mais realistas, mas também alteram a forma como se enxerga o inimigo — às vezes o brilho e o contraste atrapalham mais do que ajudam. Jogando CS2, a sensação é de estar reaprendendo tudo o que já sabia, e isso é bom e ruim ao mesmo tempo. O jogo te tira da zona de conforto, faz você pensar, testar e errar de novo. Se o CS:GO era sobre precisão e disciplina, o CS2 é sobre adaptação e leitura. Ainda não é perfeito, mas tem alma, e cada atualização mostra que ele está evoluindo. Para quem não joga profissionalmente, mas quer entender o jogo em profundidade, o CS2 é uma nova escola — mais exigente, mais viva e mais imprevisível, mas com potencial para se tornar o melhor Counter-Strike de todos.
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