edumiojinho
OK, então chegou o grande momento, depois de anos sem um bom lançamento, finalmente parece que teremos um Battlefield decente novamente, certo? Infelizmente não. Entendo quem vir de outros FPS mais recentes (leia-se COD) e gostar desse jogo aqui. Os puristas da era BF 3 e 4 provavelmente não vão gostar; é um jogo mais dinâmico, corrido, o tempo para matar me parece muito baixo também. Positivamente, o registro dos tiros é bom e as opções de equipamentos adicionam novas possibilidades, aquele caos típico durante a jogatina está presente também. Os gráficos são bons e não tem aspecto datado, a jogabilidade é boa e intuitiva, adequada a um FPS, tem muitas possibilidades de modos de jogo e criação de experiências pela comunidade, em suma, há diversão. Mas ainda é um jogo muito incompleto. Os mapas enormes simplesmente não existem mais (com a exceção de Firestorm, um mapa lançado 15 ANOS atrás), o sistema de classes onde se pode ter qualquer arma não faz muito sentido prático, o arsenal inicial é pequeno, risível se comparado a jogos anteriores, a progressão dos equipamentos é muito lenta; o contraste entre inimigos e o ambiente é péssimo em boa parte dos mapas. Os menus são menos intuitivos do que poderiam ser e muito labirintícos (trocar um acessório numa arma envolve apertar umas 8 teclas até chegar na seleção), a busca de servidores é PÉSSIMA (por exemplo, os filtros de pesquisa não ficam salvos se você sai do game, coisa que BF4 fazia 12 anos atrás). O menu de configurações é uma bagunça (tem duas opções, em duas seções diferentes, para alterar a sensibilidade da mira por exemplo), o desempenho é inconsistente - você pode alcançar 100 fps em um mapa e ficar na casa dos 40 em outro (foi minha experiência). Bugs eventuais podem acontecer, mas pelo menos aqui quem jogar não deve ver muitos. Em resumo, é um jogo que onde se pode perceber que tem coisas boas - quando funciona, é divertido, mas simplesmente tem muita coisa mais ou menos que impede esse de ser um jogo bom. É bem capaz de ficar melhor daqui a alguns meses, com mais atualizações, correções, balanceamentos, mas hoje é um jogo mediano e só.
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Dev.Blood
Há jogos que a gente joga. E há jogos que nos marcam para sempre. Battlefield sempre foi esse segundo tipo pra mim. Não era apenas um jogo de guerra — era um lugar onde eu e meu filho, o Leo, nos encontrávamos. Ele era o “Mighty”, o parceiro que sempre me chamava pra mais uma partida, o garoto que ria quando eu errava o tiro, e vibrava quando a gente vencia uma rodada apertada. Ali, entre explosões e risadas, pai e filho estavam lado a lado. Não importava o mapa, a missão, o placar — o que importava era estarmos juntos. O tempo passou, a vida mudou… E hoje, ao jogar Battlefield 6, senti algo que há muito tempo não sentia: como se o Leo estivesse ali comigo, mais uma vez. Quando o jogo começou e o som dos helicópteros ecoou, meu coração acelerou como antes. Cada detalhe — o vento batendo nos destroços, o brilho das explosões refletindo na água, a imersão total — me fez lembrar dele. E, por um instante, tudo parecia igual aos velhos tempos. Battlefield 6 é mais que um jogo incrível. É uma experiência que toca quem já viveu algo real dentro desses mundos digitais. O novo sistema de classes é impecável, os gráficos são absurdamente lindos, e o desempenho está fluido, estável, vivo. Mas o que realmente me pegou não foi a tecnologia. Foi a emoção. Foi a sensação de estar de volta a um lugar onde deixei parte de mim — e onde reencontrei o Leo, nem que por alguns segundos. Pra muitos, é só mais um Battlefield. Pra mim, é um abraço de volta. É um lembrete de que a conexão que criamos através dos games nunca morre. Que o amor atravessa até mesmo os cabos, as telas, os anos. Obrigado, DICE. Obrigado por me devolver esse sentimento. Por me lembrar que, de alguma forma, o Mighty ainda está jogando ao meu lado. 10/10 — Pela guerra, pela saudade, pela eternidade. There are games we play. And there are games that become a part of who we are. For me, Battlefield was always the latter. It wasn’t just a war game — it was a place where I met my son, Leo. He was “Mighty” — my partner in chaos, the one who laughed when I missed a shot and shouted “Let’s go!” when we captured a flag together. Some fathers and sons go fishing or play soccer. We went to war together — side by side, on digital battlefields filled with explosions, laughter, and teamwork. Time passed. Life changed. And today, when I loaded up Battlefield 6, I felt something I hadn’t felt in years: as if Leo was right there with me again. When the match began and I heard the sound of choppers cutting through the sky, my heart raced just like it used to. Every detail — the wind sweeping across the ruins, the reflections on the water, the chaos that somehow feels alive — it all brought him back to me. For a brief, precious moment, it felt like the old days again. Battlefield 6 isn’t just an amazing game. It’s an experience that touches those of us who once found real connections in these virtual worlds. The new class system is brilliant, the graphics stunning, the performance smooth and flawless. But what truly moved me wasn’t the technology. It was the emotion. It was the feeling of returning to a place where part of my heart still lives — and finding Leo there, waiting for me, controller in hand. For many, it’s just another Battlefield. For me, it’s a reunion. A reminder that the bonds we create through games never really die — that love travels beyond screens, beyond time, beyond life itself. Thank you, DICE. For bringing back not just the war… but the memories. For reminding me that, somehow, Mighty is still out there — playing right beside me. 10/10 — For the battle, for the love, for eternity.
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